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Projeto Mutação X

 

Projeto Mutação X

Em 1984, participei de um acampamento  em Itapecerica da Serra em que, atividades lúdicas, um breve curso sobre os computadores da geração Tk e sua linguagem de programação, o MS – Dos; se misturavam…

Então, numa das primeiras aulas de aprendizado desses simples terminais, fui pego de surpresa, ao saber que logo o computador da minha mesa de estudo, um Tk – 65, de uso pessoal do patrocinador do curso, tinha sido preparado com uma espécie de “pegadinha”; pela qual ele mesmo buscava encontrar alguém que tivesse aptidões semelhantes ás suas, para uma vaga em um laboratório um tanto que…

“Diferenciado”, não sei se seria essa a palavra certa, mas é que, trabalhar num laboratório em meio á, dispositivos de segurança interplanetária, pesquisas sobre as origens e destino da humanidade, OVNIS e Extraterrestres, entre outras coisas que só se falavam em filmes de ficção científica da época; me chamava a atenção, ao mesmo tempo em que me aguçava a curiosidade…

A parte mais maneira, e sigilosa, eram algumas pesquisas confidenciais sobre o povo Asteca.

Teorias que falavam de seres vindo de outros planetas, com no mínimo 3 metros de altura, que utilizavam uma energia própria de seu corpo e estado de espirito, para viajar no contínuo – espaço – tempo, com a missão de reorganizar a logística da órbita de todas as galáxias, planetas e dimensões do universo; quando em períodos e processos de desgaste natural.         

E essa, energia do povo Asteca, me fazia questionar também, sobre algo que acontecia comigo, durante meus sonhos; desde pequeno, ás vezes eu sonho com cenas e circunstâncias que, em algum momento da minha vida acabam acontecendo, e, segundo uma maquininha que só entende sequências de dois números, que se misturam entre alguns pequenos espaços de tempo; ali estava a resposta…

No Laboratório Asteca.

Foi assim que minhas atividades junto á este laboratório começaram então, quando, num primeiro momento da aula, apertei uma tecla ainda desconhecida chamada “Enter”, só para quebrar um pouco o silêncio da sala e saber o que ela fazia, logo em seguida, uns 5 minutos depois, houve um grande estouro; e metade da cidade acabou ficando sem o abastecimento de energia.

Enfim, ali estava eu, diante de uma das poucas  chances que tive na vida, de ter um pouco mais de aventura na minha ociosa vida de “garotinho gordinho mimado ”; um pouco mais de aventura sim, mas também, turbulências, choques emocionais e situações extremas de todos os tipos.

Assim então que, dividindo meu tempo entre algumas ciências exatas e outras humanas, durante toda a minha vida; sempre na companhia do Serviço de Inteligência do Exército Brasileiro, devido ao meu processo de alistamento e recrutamento precoces.

Tive a oportunidade de pesquisar, aprender e compreender os assuntos relacionados á essa energia que sempre me traz de volta á vida quando estou desanimado, algo que gravou em um de meus Cromossomos, algumas peculiaridades vindas de um outro lugar, um outro planeta, um outro tempo; mas que acontece agora, aqui, nesta vida que levo e procuro preservar, no planeta Terra.

Em meu planeta natal, onde, entre algumas atividades esportivas e sociais, uma vida cheia de altos e baixos, algumas épocas até que, em meio ”ás margens da sociedade”, ou, quase que “acomodado” em uma camisa de força ou alguma clínica psiquiátrica devido ao ceticismo de pessoas que, “me querem bem.”…

Sempre vivendo ao extremo e com grande intensidade, uma vida recheada de realizações pessoais, muitas aventuras e alegrias.

E com a certeza de que, por mais absurdo que seja o caminho que o destino me aponte, o laboratório Asteca e as coisas que aprendi através dele, nunca sairão do meu DNA.

Um pouco mais pra frente, quando fazia natação, tive a chance de trocar uma, “desastrosa vida dedicada á ciência”, pela minha dedicação em alguns esportes que gostava de praticar; mal sabia eu onde estava me metendo, e assim, mais uma surpresa se revelava, o meu recrutamento…

E foi no meio de todo esse embaraço, meu vício por tecnologia e a dúvida de todos aqueles que me acompanhavam, sobre “O que seria de mim no futuro”  ou coisas desse tipo, que meu maior sonho de infância, e, acredito eu, tudo que eu sempre quis pra mim, na minha vida toda, foi aparecendo aos poucos.

O surfe e seu estilo de vida, estavam começando a me ajudar com algo que faltava em meu rosto e coração, a vontade de viver a minha vida, apenas pela felicidade, satisfação e alegria que ela me traz, junto do sorriso que carrego comigo, por cada momento em que me sinto vivo; expressando tudo que amo e faço com muito amor e carinho, fé e dedicação.

Nessa época, abandonei um pouco o título de Nerd aqui de casa, não apenas isso, mas também, o colégio técnico de Mecatrônica, alguns remédios para bronquite alérgica, nariz entupido, gripes, comportamentos agressivos e depressões aleatórias…

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Ass. Agente Especial Papaléguas.

Eduardo de Mello Viana.

– Fazendo Arte Desde 1975. –