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Apresentação Profissional

Eduardo de Mello Viana.

 – Coach do Conhecimento –

      “Minha primeira formação profissional, foi logo no início da década de 90, como Shaper; fabricante de pranchas de surfe.

         Quando, depois de passar por uma primeira fase de aprendizado no esporte, em 1992, tive a oportunidade de me aprofundar um pouco mais, fazendo um curso de Shape e Design para pranchas de Surfe, no Rio de Janeiro.

(Clique aqui e leia um pouco mais sobre esse assunto).

         Porém, pelo fato de morar numa cidade um pouco distante do mar, onde o enfrentamento de barreiras e limitações relacionadas á questões financeiras, logísticas, sociais, éticas e morais, são difíceis de serem vencidas; acabei dando uma pausa nas atividades de Shaper por um tempo indeterminado.

         Confesso até que minha intenção mesmo seria me dedicar por um bom tempo aos estudos acadêmicos, montar uma boa infra estrutura financeira e voltar a fabricar pranchas, trabalhar em séries de 10 á 12 pranchas por ano…

         Mas infelizmente, acabei me apegando tanto ás pranchas que fabriquei; que das 35 pranchas feitas por mim, acabei vendendo apenas 1 prancha ( ou melhor, apenas 1 shape).

         Por isso, hoje, eu me atrevo apenas em fazer as minhas próprias pranchas, pois acabei entendendo o meu “Sucesso ás avessas” de uma outra maneira…

         Com o passar do tempo, cada vez que eu me dedico nas minhas atividades relacionadas ao surfe, sempre acabo observando que minhas pranchas não são ruins; e que eu trabalho bem nessa área.

         Mas é que, pelo fato do surfe ser um grande sonho de infância pra mim, sou muito apegado ao esporte, então, muitas vezes, quando alguém me perguntava o preço da prancha, ou quanto que eu cobrava pra fazer uma; eu acabava não respondendo e ficando pensativo, se vendia ou não aquela prancha; se fazia ou se não fazia…

         E essa minha mania de ver meus dons e conquistas no surfe de uma maneira diferente, talvez um pouco mais humanizada e positiva, que me levou de um breve mergulho á um fracasso financeiro, ás maiores alegrias e satisfações pessoais da minha vida.

         E eu devo muito á esse meu “primeiro tombo” que tive na vida, pois além de ter a oportunidade de aprender com meus erros; também fui surpreendido com muitos bons momentos.

         Fiz muitas amizades, pude conhecer um pouco mais sobre meu lado pessoal, espiritual e emocional, conheci lugares que eu ainda não conhecia; e visitei outros onde já estive algumas vezes…

         E sobre meu lado profissional também.

Por isso sou grato á todos que me ajudaram á levantar.

         Mas existe algo místico no surfe, uma sensação que já experimentei algumas vezes na vida, na época em que me aventurava aos mares mexidos e ondas de 2 á 2,5 metros de altura.

         É como dizem os cientistas, quando a velocidade no fluxo de fluídos existentes no corpo humano, leva á um estado de espirito de extrema euforia, acontece uma espécie de êxtase emocional, causando alguns momentos de alucinações, onde se consegue escutar o som do Universo (simbolizado pela letra ômega).

         Ou como dizem os mais espiritualizados, uma espécie de sublimação espiritual, onde o ser humano consegue chegar tão próximo de Deus, que ouve até mesmo sua voz.

         Na época em que isso aconteceu comigo, foi quando compreendi melhor uma canção, em que nosso “Rei Roberto”, apresentava o verdadeiro conceito do soldado do futuro, ao cantar sua música sobre o Exército do Surfe, apresentando o esporte em pleno movimento da contra cultura.

Apontando um rumo ás novas gerações…

Novas gerações?

Aqui então me incluo na questão das novas gerações, seguindo este caminho maluco, sempre com Deus no Timão.

Onde, o entrelaçar de minhas vidas pessoal e espiritual, foram se tornando um pouco mais humanizadas, devido ao surgimento de dons que me trouxeram o profissional e pessoa que sou hoje.

E também, por meio das mensagens desse grandioso timoneiro, que me acompanha em  muitas aventuras e mistérios que meu destino revela á cada segundo que respiro… 

         Foi assim então, que acabei assimilando conhecimentos e experiências de vida, de uma maneira diferenciada.

         E é dessa “caixinha de surpresas” que tenho o preparo para enfrentar as barreiras e dificuldades do Presente e Futuro; mas que também, me deu preparo para aceitar meu destino…

Aloha!”

Eduardo de Mello Viana.

– Fazendo Arte Desde 1975 –